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Era uma vez um rei, em seu palácio entraram duas mulheres. Elas tinham uma questão entre si. E agora o rei tinha que dizer qual delas tinha razão.

Cada uma das mulheres tinha um filho.

Uma dessas crianças olhava para o mundo com olhos risonhos. Estava viva e sadia. Mas a outra criança tinha os olhos fechados e jazia quieta e pálida nos braços da mulher. Esta criança estava morta.

“A criança viva pertence a mim”, disse uma das mulheres.

“Isso não é verdade, é minha”, disse a outra.

O Rei disse disse: “Contem-me tudo.”

E uma das mulheres contou: “Oh rei, ela e eu moramos juntas numa casa, e dormimos no mesmo quarto, e cada uma tem uma criança. Mas esta noite morreu uma das crianças. O filho dela morreu, rei. A criança morta é a dela, e a criança viva é a minha.”

Mas a outra mulher disse: “Não, a criança viva é minha, e a morta é dela.”

“Eu quero a criança viva, porque sou a mãe”, gritou uma.

“Não, eu sou a mãe, eu quero a criança”, gritou a outra.

Assim estavam todos ali e ninguém sabia quem tinha razão. Mas o rei tinha que saber. Ele devia dizer quem iria ganhar a criança viva.

ntão o rei perguntou: “Então, vocês querem ambas ter a criança viva?”

“Sim, rei”, falou uma.

“Sim, rei”, falou a outra.

E então o rei disse uma coisa estranha, com a qual todos se assustaram. Ele falou: “Pois bem, então vamos cortar a criança viva pelo meio, então cada uma de vocês receberá a metade”.

Não era o plano do rei de fazer realmente isto. Mas ele disse isso com muita seriedade, ele fez de conta como se fosse tal seu plano. Ele chamou um empregado com uma grande espada e disse: “Corte a criança pelo meio”.E o empregado pegou a criança e levantou a grande espada. Mas então uma das mulheres começou a chorar amargamente.

“Não faça isso!” gritou ela. “Não faça nenhum mal à criança! Só quero que meu filho continue vivo!”.

Mas a outra mulher não se afligiu pela criança. Ela disse: “Bem, corte-a pelo meio, então nós duas não temos nada”.

Aí o rei sabia quem era a mãe. Ele disse: “Dê a criança à primeira mulher, porque ela a ama. Esta é a mãe”.

E a mulher recebeu a criança viva e, feliz, foi para casa com o filhinho no braço.

E todos diziam: “Como é sábio e inteligente o nosso rei!”

 Desacredito em amor baseado naquilo que só é bom pra si. Acredito no senhor do tempo e da verdadeira razão. Acredito naquele amor que vê, ouve e enxerga o outro como um todo, aquele que presa o bem-estar e felicidade do outro. Acredito no amor acima de tudo. Acredito na verdadeira razão de amar. Na metáfora acima a vedeira mãe é aquela que presa a vida do próprio filho, que abre mão do sentimento de posse e se entrega ao verdadeiro sentido do amor. Eis o sentido da vida, eis o sentido do verdadeiro amor…  amor sofre sim por vezes, e ainda assim abre mão do que quer que seja em beneficio do outro, em beeficio do amor.
Quem ama sabe que ama… A verdadeira mãe, abre mão do próprio filho por amor a vida dele…
História realmente linda e de muito sentido.
O amor mesmo permanece, faça sol, faça chuva… Ele já esqueceu de se mostrar, ele agora só quer sentir..
Amor é soma. Requer muito mais que complementar a sua própria felicidade… Amor mesmo, é complementar a felicide do outro, mesmo que pra isso, você o deixe por iteiro.

Aprendi a sentir o amor de uma única maneira: AMANDO INONDICIONALMENTE.

Faça sol faça chuva… O verdadeiro sentimento de amor, nada muda.

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