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Errar é humano, isso é fato. Mas concertar o erro e reescrever toda uma história, é a coisa mais fantástica que se pode existir. É tão fácil, quando tudo dá errado, quando o relacionamento entra na mesmice e ninguém quer se dar o trabalho de arrumar, simplesmente acabar.  No meio da crise e do desgaste, o botão de emergência é o foda-se. 

 Quando as brigas são mais frequentes que os abraços, quando o punhado acumulado de magoas passadas faz o outro não saber mais o que fazer para obter perdão, é fácil jogar a culpa no outro e partir para outra(o). Tinha-se muito amor, mas, faltou paciência. Quando o outro erra, e erra feito, pisa na bola mesmo, o que a maioria das pessoas pensa em primeiro lugar é no fim. Quando na verdade a primeira coisa a se pensar é no amor. Se ele ainda existe.

Falta um olhar mais atento ao amor, aos detalhes que podem fazer toda a diferença.Falta a mão para segurar o outro nos momentos de deslizes. Falta o perdão, afinal somos humanos, e por isso, errantes em constante aprendizado. Falta o pensar em tudo o que foi bom. Atualmente, tornou-se mais fácil desistir que lutar. Mais fácil querer mudar o outro, do que aceita-lo ou até mesmo perceber que você também precisa mudar.

Esse texto na verdade é uma forma de agradecer ao amor, que lutou por essa incrível mudança. Que trabalhou diariamente todos os detalhes e manteve a porta trancada todas as vezes que eu quis ir embora. Esse texto é por perceber como o amor pode ser surpreendente, pode vencer crenças e barreiras. E que quando existe amor, existe uma força maior que faz a gente entender que o que parece fim, é apenas o começo.

Vai-se embora o romance, começa a primeira linha de uma história. Amor é caminhar de mãos dadas e enfrentar juntos todos os obstáculos que aparecem no caminho. Amor é descobrir no outro qualidades novas todos os dias. Amor é conquistar diariamente.
E quando tudo parecer destruído, recomeçar.







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